Atravessando tempestades,

13 de Maio de 2014 JWILER Prosa Poética 416





Vejo crianças de todas as nacionalidades...
São ainda bebês - cheios de ingenuidade.
Nas florestas, fazem fogueiras.
Corro para apagar os incêndios.
Nas praias, se hipnotizam com as ondas.
Corro para que não morram afogadas.
No alto das montanhas, criam asas.
Corro para lhes ensinar que não são pássaros.
Na cidade, brincam de bandidos e mocinhos.
Vez ou outra as cenas são reais.
Como nas telas do cinema e da televisão, fazem suas guerras.
Tento lhes ensinar que não são soldados.
O tempo às tornam grandes.
Como eu, mas ainda crianças.
Ai! Ajoelho-me e clamo a magia divina para que suas novas
brincadeiras,
não transformem a terra em pó
sem nenhuma forma de vida...




Leia também
A Morte Em Cartaz, Cap 1 há menos de 1 hora

Prólogo Periferia de Atlanta, Quinta-feira, 23hrs:17min Marion re...
lordemoura Acrósticos 5


Sociedade Desalmada há 1 hora

Sou um ser muito sensível... E ser sensível é horrível, no meio desta...
a_j_cardiais Poesias 25


LUSO-BRASILEIRO - Des-História Universal há 4 horas

LUSO-BRASILEIRO Assim como a cor d'olho não colore Aquilo que se tem ...
ricardoc Sonetos 6


Uma Tal Pedra há 21 horas

No meio do caminho de muitas famílias, agora tem uma pedra... Tem uma...
a_j_cardiais Poesias 24


Mundo da Gataria há 22 horas

Gato criado com mordomia, não conhece o mundo da gataria. Não sobe nos...
a_j_cardiais Infantil 45


A história do amor há 22 horas

A história do amor O amor sempre existiu Em muitas formas Em várias ...
pfantonio Poesias 35