Em uma tarde de sábado

30 de Maio de 2014 Giulia Sadi Prosa Poética 356

Em um sábado à tarde eu pego um livro de romance e coloco as músicas mais piegas o possível para tocar. Bem, todos já sabemos como isso vai acabar. Me ponho a ler pela terceira vez o livro que você me deu, e a cada linha dessa história é como se você ressurgisse ao meu lado, como em um sonho bom. E eu revivo tudo de novo, cada minuto de nós dois e assim também imagino um futuro improvável, porém perfeito. Me pergunto como estaria você e se sente o mesmo que eu, mas acredito que não. Quando me dou conta uma lágrima rola pelo meu rosto, que idiota da minha parte.


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