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14 de Agosto de 2011 Romano Ruiz Prosa Poética 487

Disse para ela, enquanto esfiapava a linha que segurava o botão reserva de sua camisa, lentamente, o espreguiçar de um gato, que é preciso se renovar para acordar novo. Pra ele, quando se sai ás sete horas da manhã de casa e se volta ás onze da noite, se está velho. E na noite do amanhã, após um dia tumultuado, e o descanso apropriado, desperta-se novo novamente. Dê o silêncio para receber do outro.

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