No mundo globalizado, advento da integração mundial da economia inerente ao desenvolvimento tecnológico incipiente à década de 90 do século passado, a existência de fronteiras geográficas e psicológicas fomentam a cerne de uma problemática entre países desenvolvidos e subdesenvolvidos.
A cada dia mais o estado perde seu papel para as transnacionais em virtude da Divisão Internacional Do Trabalho (DIT), porém apesar de empresas pertencentes aos países desenvolvidos estarem nos subdesenvolvidos estes só viram a desigualdade aumentar, são fronteiras socioeconômicas como o caso dos Estados Unidos que investem milhões em suas fronteiras físicas para evitar a inserção de latinos em seu território, latinos esses que visam mudar de vida.
Já fronteiras psicológicas podem estar ligadas as redes sociais, na Itália fica-se 6h e 27/dia em redes sociais, na China seus mais de dois milhões de soldados são proibidos de usa-lá e no Brasil só 36% da população tem acesso a ela pela banda larga. Suprimindo a inter-relação dos povos e suas culturas e reduzindo a tolerância as diferenças
O papel das fronteiras tanto físicas e psicológicas é contrario ao processo de globalização e tende a provocar grandes disparidades sociais, como aos países subdesenvolvidos e em desenvolvimento como o Brasil, e a processos revolucionários como o visto no Magreb com sua Primavera Árabe.
Fuvest- 2009 - Fronteiras