Finalizando a franquia iniciada em 2001 com o eficiente A Pedra Filosofal, As Relíquias da Morte – Parte II aposta no tom obscuro e sombrio que tomou parte da saga de forma definitiva no excelente O Enigma do Príncipe, quando o ressurgimento de Lorde Voldemort finalmente tomou proporções trágicas. E se antes a saga priorizava o revezamento de diretores entre um projeto e outro, resultando na diferença de abordagens entre ambas (sendo Alfonso Cuáron o mais bem-sucedido dessa fase, com o seu O Prisioneiro de Azkabam), foi a entrada de David Yates a partir do regular A Ordem da Fênix, que deu à saga do jovem bruxo o clima e a
urgência definitiva para que se tornasse, anos depois, num feito considerável do cinema. Soma-se a isso o ótimo trabalho de Steve Kloves na adaptação cinematográfica, sempre supervisionado pela escritora J. K. Rowling.


TEXTO COMPLETO, CLIQUE AQUI.