O Espião que Sabia Demais é um thriller de espionagem cujos personagens constantemente locomovem-se ou são enquadrados pelos cantos do quadro, esgueirando-se até o momento de surgirem, dominantes, no centro da imagem. Nesse aspecto, é comum estes indivíduos encontrarem-se parcialmente encobertos por sombras e fotografados em cores frias que justificam sua ambigüidade, numa narrativa onde o imprevisível é a única certeza que rege aquele universo.



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