A pouco menos de dois anos escrevi uma resenha sobre um filme que, girando em torno de dois anjos, nos contava a história da paixão de um deles por uma mortal, levando-o a optar pela mortalidade com o intuito de viver plenamente este sentimento, experimentando ainda neste processo, as sensações e emoções vivenciadas pelos seres humanos. Esse filme em questão diz
respeito à
Asas do Desejo, de 1987, cuja abordagem profundamente filosófica transformou-o numa rica e sensível obra-prima do cinema alemão. Dito isso, é com extrema satisfação que o seu
remake hollywoodiano,
Cidade dos Anjos, tenha se saído tão bem em sua abordagem, estabelecendo uma “marca” própria ao conceber uma narrativa sensível e particularmente tocante



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