É muito comum que diretores usem de experiências vivenciadas como matéria-prima para seus projetos mais intimistas. É comum também que estes mesmos realizadores misturem estas experiências com o elemento ficcional de seus projetos. Mas é absolutamente incomum que tais realizados usem ficção e fatos reais para se auto-homenagear e conseguir, sem pedantismos ou arrogância gratuita, homenagear também o instrumento da própria arte. É o caso deste belíssimo Esses Amores, último filme do genial e injustamente subestimado diretor francês Claude Lelouch que, neste filme, cria uma história que de forma indireta, nos conta num tom nostálgico e
auto-referencial todo o amor dele pelo cinema e seu fabuloso mecanismo de contar histórias que nos apaixonam e encantam desde os idos tempos dos irmãos Lumiére.




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