360, o novo filme de Fernando Meirelles, fala de indivíduos que, mantendo relações inconscientes entre si, formam um pequeno mosaico humano cujo propósito diz respeito à
implicabilidade de nossas ações, sem percebermos que estas podem interferir na vida ou nas simples escolhas de terceiros e isso, neste caso, corresponde à vida de indivíduos dispersos ao redor do mundo. E se esse trecho soou relativamente cafona ou piegas para você, não se preocupe, já que Meireles, sendo o diretor talentoso e cosmopolita que é, compreende perfeitamente que uma obra desse tipo se sai melhor optando por escolhas dramáticas que salientam as origens dos
personagens em tela. Assim, o filme é concebido a partir de micro-narrativas que vão se cruzando durante os 115 minutos de projeção, criando pequenos conflitos que tem importância não porque formam complexos arcos dramáticos, mas porque explicam um pouco sobre cada um daqueles indivíduos, mesmo apostando em pequenas coincidências aqui e ali.



PARA LER MAIS, CLIQUE AQUI.