Grata surpresa. Sem pretensão alguma, eu trocava de canais, como quem escolhe limão na feira, e travei em The Greatest Movie Ever Sold( ou POM Wonderful Presents: The Greatest Movie Ever Sold) . WTF???  Após alguns minutos reconheci o protagonista do documentário sendo ele o mesmo de Super Size Me. A partir daí acabei ancorado no filme.

Não irei começar com delongas falando como a população é estúpida ao não dar a devida atenção ao gênero documentarista, pois estou realmente me lixando para a involução humana. O gênero está em um patamar acima, e claramente tem um público muito mais refinado. Para que mudar isso? O problema realmente acaba sendo o financiamento para estas produções, algo que para mim deveria sair somente dos cofres públicos, em detrimento e excluindo completamente as verbas sugadas pelas centenas de produções cinematográficas noveleiras. Brasiiiiil!  E o filme trata disto: O financiamento  cinematográfico e seus tentáculos… por vezes “invisíveis”

Morgan Spurlock não é, nem nunca foi, um bom investimento cinematográfico. E é daí que ele, espertamente, dá vida ao filme. Tentando conseguir 1,5 milhões de dólares para fazer sua película, e filmando todas as entrevistas com todos pretensos investidores. Uma palavra resume essa busca: Comicidade.

Intercalando sua busca porta a porta  com exemplos reais de marketing presentes em diversos filmes Hollywoodianos, Spurlock “tenta” das empresas mainstream. Nem preciso comentar o resultado.  Após isto vai atrás das empresas mais B…C…D  e em alguns casos Z do mercado americano. E temos situações impagáveis na sua busca. O documentarista se vende SIM, mas apenas para provar seu argumento perfeito.

Mas não iremos destrinchar totalmente um filme que você sentirá prazer em ver.E veja! Já que em determinado momento existe uma experiência cientifica pouco conhecida por leigos: o Neuro Marketing. Não conhece? Pois deveria… e também temer.  Uma bela machadada no meio da sua cabeça.

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