É absolutamente improvável mensurar com precisão o grau de influência que o “selo” X-Men têm na cultura pop universal, seja pela quantidade de fãs existentes ao redor do mundo, seja pelo imenso potencial na criação de heróis marcantes e complexos. Criados por Stan Lee e Jack Kirby em 1963, os X-Men por se tratarem de indivíduos dotados de poderes especiais em decorrência da mutação genética, foram logo convertidos à condição de metáfora acerca da discussão sobre o preconceito, intolerância e discriminação, alcançando popularidade também no decorrer das décadas ao se constituírem como a primeira HQ a conceber personagens dos mais variados cantos do planeta e das mais diferentes etnias, algo raro no mercado de quadrinhos americanos. Assim, foi com extrema satisfação que a adaptação cinematográfica de 2000 seguiu à risca a premissa estabelecida por Lee e Kirby e trouxe à tela os carismáticos personagens numa trilogia eficiente e desenvolvendo arcos dramáticos fascinantes, sobretudo aqueles ligados à Wolverine, Jean Grey, Mística, Charles Xavier e Magneto.



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