MILAGRES DA CIÊNCIA

22 de Março de 2012 A.J. Cardiais Sonetos 445

Vivo fora do circo.
Sou um artista de rua.
Meus versos rimam à toa
ideias achadas no lixo.

Observo a chuva ácida
caindo sobre os orgulhos.
O tempo transforma em bagulhos
tanta tecnologia flácida.

Jogo palavras ao léu
e dou pérolas aos porcos
para aporcalharem o céu.

Sirvo-me com sonetos tortos
e vou passando o chapéu
para ressucitar os mortos.

A. J. Cardiais

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