CANDIDA

15 de Outubro de 2017 selda Kalil Sonetos 142

CANDIDA

Ainda vou roubar seu amor tão adverso
Você resiste-me, sem coragem, desiste.
Eu olho e insisto, persisto e tenho.
Puxo-te e te aperto você foge disperso
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Olha para mim, não sou tão ruim assim!
Deseje-me e afronte sem medo seus pecados
Pegue-me, me anexa e me cubra de abraços.
O seu lado sombrio atropela o seu brio retificado
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Homem viril que me deixa tão fértil e febril !
Venha até aqui, enlace-me como um bem querer.
Ame-me sem medo, sem freios, sem arreios.
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Deita aqui e cante comigo a canção do amor
Abra suas asas e deixe-me deleitar e degustar meu bel prazer
Farei-te viajar até o infinito sem nenhuma prorrogação

Selda Kalil


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