A caneta

24 de Outubro de 2013 Valdir Gomes Sonetos 302

Da sua ponta escorre a tinta.



De sua tinta faz mistério...



E o que escreve parece tão sério



Que não existem dúvidas que minta





Se as palavras que transcreve



São sinceras e latentes



Não pode ferir tanta gente



Que sonha, labuta, se atreve.





Porém, não tem vida própria;



Não pensa, não anda, nem atura



Tampouco compaixão e ternura





Quem lhe manipula textos e torturas



E a faz transmitir covardia



Quem, senão, a mão que a segura!

Esse texto está protegido por direitos autorais.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem permissão do autor.

Leia também
Santificação, um Trabalho Progressivo – Parte 2 há 8 horas

John Owen (1616-1683) Traduzido, Adaptado e Editado por Silvio Dutra ...
kuryos Artigos 8


Santificação, um Trabalho Progressivo – Parte 1 há 8 horas

John Owen (1616-1683) Traduzido, Adaptado e Editado por Silvio Dutra ...
kuryos Artigos 8


"Ultimo Poema" há 8 horas

Me cansei de viver esperando Vai ser o ultimo verso que te escrevo A ulti...
joaodasneves Poesias 6


ESTHER há 10 horas

ESTHER Não raro te surpreendo enternecida E me perco em teus olhos tã...
ricardoc Acrósticos 6


REFLEXÕES DO ANDARILHO. ESCOLA DA VIDA há 21 horas

Caminhar e pensar, pois enquanto caminhamos oxigenamos o nosso cérebro, qu...
paulocesar Acrósticos 8


Da Maior Importância há 1 dia

Não sei de muitas coisas que costumam dizer que é importante saber... ...
a_j_cardiais Poesias 32