SOLIDÃO

02 de Novembro de 2013 selda kalil Sonetos 364


Solidão que aterrissa em meus pensamentos
Fazendo moradia sem hora marcada de partir
Da minha janela contemplo meu jardim ambíguo
Flores desfalecidas por falta de coexistir

Solidão este mal que afronta multidões
Doença transmissível as almas sofridas
Frutos desta vida imposta e desajustada
Que derruba os humanos em dias assombrados

Existem inúmeros prazeres que a vida vem propor
Cada qual busca o melhor em prol do seu bel prazer
Causando erros e acertos a este incógnita coração

Nem tudo que reluz é brilho no seu aprendiz
Uma mal ação sempre gera uma reação que não condiz
Buscas incansáveis que desajustam almas em prol da solidão


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