A dor e decepção me fizeram sangrar

Aos poucos o poeta tende a passar

E para torna maior esta nostalgia

Passar pelos colapsos da poesia.

Faz de mim um poeta morto

Inanimado de tanto tormento

Não acreditando em nada além

Do que eu posso duvidar.

Sinto pesar o peito e não há alegria

Poesia quando falta é-se escassa demais

Quando se tem é em demasia.

Não queria ser efêmero, mas tanto sofrimento

A falta dela que é a minha maior poesia

Aos poucos faz o poeta em mim passar.