SEM REVOLTAS OU CONTRAVOLTAS

09 de Novembro de 2013 selda kalil Sonetos 316

Ora rio dos meus risos
Ora choro com minhas saudades
Eu e a minha cruz se acalentam
Neste contentamento que as vezes nos acrescentam


Vivendo nesta peleja
Deus dar-se a vara para pescar
E eu sem descanso neste vendaval
Vivo as labutas deste tribunal


A cada século novos viventes
Adentram-se e ocupam espaços de alugueis
Em tempo determinado existente e convincente


Enquanto a terra gira, homens e animais se adentram.
Com bilhetes pagos de ida e volta
Sem direito a revoltas ou contravoltas.



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