SEM REVOLTAS OU CONTRAVOLTAS

09 de Novembro de 2013 selda kalil Sonetos 320

Ora rio dos meus risos
Ora choro com minhas saudades
Eu e a minha cruz se acalentam
Neste contentamento que as vezes nos acrescentam


Vivendo nesta peleja
Deus dar-se a vara para pescar
E eu sem descanso neste vendaval
Vivo as labutas deste tribunal


A cada século novos viventes
Adentram-se e ocupam espaços de alugueis
Em tempo determinado existente e convincente


Enquanto a terra gira, homens e animais se adentram.
Com bilhetes pagos de ida e volta
Sem direito a revoltas ou contravoltas.



Esse texto está protegido por direitos autorais.
Cópia, distribuição e execução são autorizadas desde que citados os créditos.

Leia também
A Humildade nos Cai Bem há 3 horas

Se o domínio total é do Senhor, porque o poder pertence a ele, isto dever...
kuryos Artigos 7


Fuga da Inspiração há 4 horas

Preciso terminar um poema que comecei numa empolgação danada... Dep...
a_j_cardiais Poesias 39


Um Dilema há 5 horas

Estou aqui reclamando da minha "vidinha", enquanto tem alguém por aí que...
a_j_cardiais Poesias 37


Hebreus 3 - Versículos 7 a 11 – P 6 há 7 horas

John Owen (1616-1683) Traduzido, Adaptado e Editado por Silvio Dutra ...
kuryos Artigos 12


Hebreus 3 - Versículos 7 a 11 – P 5 há 7 horas

John Owen (1616-1683) Traduzido, Adaptado e Editado por Silvio Dutra ...
kuryos Artigos 9


Hebreus 3 - Versículos 7 a 11 – P 4 há 7 horas

John Owen (1616-1683) Traduzido, Adaptado e Editado por Silvio Dutra ...
kuryos Artigos 10