CANDIDA

20 de Novembro de 2013 selda kalil Sonetos 388


CANDIDA
Por: Selda Kalil

Ainda vou roubar seu amor tão adverso
Você resiste-me, sem coragem, desiste
Eu olho e insisto, persisto e tenho
Te puxo e te aperto, você foge disperso

Olha para mim, não sou tão ruim assim
Deseje-me e afronte sem medo seus pecados
Me pegue, me anexa e me cubra de abraços
O seu lado sombrio atropela o seu brio retificado

Homem viril que me deixa tão fértil e febril
Venha até aqui, enlace-me como um bem-querer
Ame-me sem medo, sem freios e com arreios

Deita aqui e cante comigo a canção do amor
Abra suas asas e deixe-me deleitar e degustar meu bel prazer
Te farei viajar até o infinito nesta linda canção de amor

Esse texto está protegido por direitos autorais.
Cópia, distribuição e execução são autorizadas desde que citados os créditos.

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