Lôbrego

30 de Julho de 2011 Alexandrino Sonetos 218

A um professor atirado

Esse professor sinistro e carente,
Pára e observa os mares...
(Por trás das olheiras subliminares)
Da pueril lascívia das adolescentes.

Seus globos oculares estupradores,
Perscrutam libertinos as ondulações femininas,
De corpos que ainda são de meninas!
Cultivando seus promíscuos e pedófilos amores.

Seus braços toscos de jibóia demente
Enroscam e apalpam a carne inocente
De crianças que aprenderam ontem a ter malícia.

Enfim ele abre a boca e cospe
Uma piada insossa, quase torpe!
Enquanto os dedos gozam com as carícias.

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