Escuridão

07 de Janeiro de 2014 Pr CJJacinto Sonetos 574

Entre as vozes lucidas de flores poentes

vem meu coração cambaleando de amor

pois a dignidade vale uma aquarela depois da tempestade

assim com a luz merece um espirito puro


Todas as vezes que o mar sopra suas angustias

recomeça as marés de palavras incertas

são os céus dignos de um lamento

quando não mais existem profetas descalços


Por entre jasmins vem uma abelha perdida

Como o zumbido de uma bala achada

as primicias dos ultimos outonos


Vou me embora deste lugar

pois as estrelas cadentes pousaram

pra fazer reinar aqui a escuridão


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