Carta destinada ao destino

22 de Janeiro de 2014 Pr CJJacinto Sonetos 303

Querido destino que desatina em meus amenos orvalhos

Não quero somente uns ventos soprando em meus atalhos

dá-me tres lampadas acesas e um pão assado, de centeio

e te prometo, que corro pra longe de todos os meus devaneios


Sou tão pobre, mui fraco e penitente sofredor

dá-me uma colher cheia de animo e uma taça cheia de amor

pois recolhendo os lampejos de meus tristes pesares

revolvo a relva molhada, estou lendo o livro de Cantares


Dá-me tambem um lirio azul celestial

um copo de leite pra ser meu oceano feliz

pois viver do abraço da vida, eu sempre quis


E por fim, quero a terça parte da luz do luar

tambem a verde luz dos pirilampos de todas as noites

pois a vida é tão severa, já me deu tantos açoites......



Clavio Juvenal Jacinto


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