Oceano de mel

11 de Fevereiro de 2014 Pr CJJacinto Sonetos 408

                                                                                  A Elenice dos Santos Jacinto


Quando as minhas flores forem embora com o frio

as aguas esbranquecerem nesses cumes de areia

quando as velas de afogarem aos rios

e não mais haver tinturas em aquarelas


Quando o oasis de meus segredos se dissolverem

como os riscos celestes que os aviões deixam

as nevoas desses palidos salgueiros

construirem as sombras de suave descanso


estarei entre os requintes de meus cantaros

cantando as ultimas estrofes de meus sorrisos

nas levezas das bolhas coloridas de um sabão


Canta comigo, meu amor, sublime esposa

pois estou navegando a tanto tempo nesse amor

que o oceano nosso, deixou o sal, e apegou-se ao mel


Clavio Juvenal Jacinto


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