Oceano de outono

17 de Fevereiro de 2014 Pr CJJacinto Sonetos 361


Teu consolo a alegria que não fenece


Como essências que nivelam jardins


As acácias despojando suas bravuras


Como afrescos antigos, dos sertões



Como pinturas rupestres na alma


O amor não deixa de ser silencio


No átrio do templo de teus sorrisos


Desemboca as torrentes da  esperança



Quando flui a chuva na terra empoeirada


Os navios de folhas fogem de seus grilhões


É tempo de cantar ao sabor dos pêssegos



Deixei meus fardos no monte Hermon


As grinaldas adormecem no campo santo


Quero amar, como as abelhas tocam as flores



Clavio uvenal Jacinto


Leia também
Amor de Primavera há menos de 1 hora

Morena, quando tu flores, o verbo em ti, primavera, seguirá o caminho do...
a_j_cardiais Poesias 31


CICATRIZES há 5 horas

CICATRIZES Não se vive essa vida impunemente... Todo mundo, mais dia m...
ricardoc Sonetos 4


" Amar é" há 16 horas

Amar e como voar, no mais azul dos céus. É sentir a sensaçao de estar n...
joaodasneves Poesias 9


PAU DE FITAS há 20 horas

PAU DE FITAS Dançam as raparigas cá em roda D'um mastro d'onde fitas ...
ricardoc Sonetos 8


Falta de Amor ao Próximo há 1 dia

A razão de viver é amar... Mas a maioria das pessoas vive o amor ao din...
a_j_cardiais Poesias 45


Amor a Deus x Amor ao Mundo há 1 dia

Nos dias do autor não havia automóveis como os luxuosos que existem em no...
kuryos Artigos 8