Simetria de inverno

17 de Fevereiro de 2014 Pr CJJacinto Sonetos 344

Vai desconsolado inverno sem coração

Pelos campos dos martirios dolosos

Colhe as dores do patriarca Jó

Canta Odes aos abrolhos primitivos


Teus choros são corregos abertos no tempo

Teus labios beijam o solo sangrado

O eco de teus martelos nas pedras

Assustam até os habitantes de Narnia


Escoa as paredes de te medo

As visceras do gelo não adormecidas

Que impoem calafrios, aos habitantes da noite


Eu apenas me aconchego na lareira

Lutando contra o romper do sono

Arrebatado pela simetria da neve



Clavio JJ


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