Paquera

02 de Março de 2014 Miguel de Souza Sonetos 302

A diatribe muito acre
Que teus olhos me disseram,
Quando os meus, sequer tiveram
Como esquivar-se do massacre
Fulminante, e como seta
Que aponta e acerta bem no alvo!
E, nem mesmo deixa salvo,
O coração do poeta!
Fui pego, também, na volta
Dessa maçã tanto acerba,
Mas de beleza soberba,
Que, desta mente, não solta!
Não se trata de amicais,
Pois é isto, e muito mais!...


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