Homenagem a Ariano Suassuna(poeta)

02 de Agosto de 2014 professor Tutoriais 956

Ariano Vilar Suassuna, poeta, romancista, dramaturgo, advogado e professor, nasceu em Filipéia de Nossa Senhora das Neves (atual João Pessoa) em 1927.

 Seu pai, João Suassuna, foi governador do Estado da Paraíba. Com a revolução de 30, seu pai assassinado na cidade do Rio de Janeiro, por motivos políticos, esse exercia o cargo de Deputado Federal.

 Depois da morte do pai, a família mudou-se para Taperoá, onde morou de 1933 a 1937. Ariano Suassuna foi viver no Recife, em 1942.

No ano de 1946, iniciou a faculdade de Direito, escreveu sua primeira peça em 1947, Uma mulher vestida de sol. Em 1948, escreveu a peça Cantam as harpas de Sião (ou O desertor de Princesa), no ano seguinte Os homens de barro (peça em 3 atos); e em 1950 Auto de João da Cruz.

O escritor voltou para Taperoá e viveu por lá até 1956, dedicou-se à advocacia, contudo não abandonou a atividade teatral. Nesse período escreveu: - Torturas de um coração (1951); - O castigo da soberba (1953); - O rico avarento (1954); - Auto da compadecida (1955); Tornou-se professor na Universidade Federal de Pernambuco no ano de 1956, no ano seguinte as peças O casamento suspeitoso e O santo e a porca foram encenadas; em 1958 foi a vez da obra A pena e a lei.

 Além das citadas, são de sua autoria: - A farsa da boa preguiça (1960); - A caseira e a Catarina (1962); - As conchambranças de Quaderna (1987). Na prosa de ficção destaca-se: - A história de amor de Fernando e Isaura (1956); - Romance d`A Pedra do Reino (1971); - Príncipe do Sangue do Vai-e-volta (1971); - História d`O rei degolado nas caatingas do sertão / Ao sol da Onça Caetana (1976); Outras obras: - O posto incendiado (1945-70), livro de poemas. - O movimento Armorial (1974); - Iniciação à estética (1975).

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